Não sei se todos, mas ao menos tenho certeza de que eu voltei pras aulas de teatro esperando algo mais up do que o que tivemos na terça e quarta-feira. A massagem me soou muito como algo preparatório (para que acordássemos, ou sabe-se lá) mas, enganada de mim, tivemos que fazer coisas muito delicadas: lidar com a leveza de bexigas e com o singelo de se envolver com o grupo... "inventar uma brincadeira que não se conhecesse" - sem intereferência alguma de Juba ou Diogo.
Ora, estamos seguindo o esquema de laboratório do texto de Januzelli (texto que era esperado que todos lessem)? Para quê? Acho que por não poder participar da conversa sobre a relação do texto com a aula (última meia hora de quarta-feira, creio), não sei ao certo o que se pretende. O autor parecia querer criar métodos pra manter o ator em exercício completo; de não esquecer - e cita regras sobre como se portar no palco (pensamento, presença etc). Por hora, ainda não vi algo que nos desenvolvesse, nos acrescentasse algo; apenas exercícios do que já (talvez não todos) estamos cansados de saber. As regras de palco quanto à postura, à fala [...]
Certo, talvez estejamos usando esse esquema pra "igualar" quem tem uma certa noçãozinha dessas regras com quem mal sabe do que estamos falando quando diz-se "regras de palco". Quem sabe o esclarecimento desse mais sentido. Ao menos pra mim, anda algo muito vago por hora. Muito "Façam aí de brincadeira, pra passar o tempo".
Não quero parecer agressiva ou que ache que é totalmente inútil: há um sentido. Eu só apenas não o entendi por completo. Provável que seja um passo muito importante para nossa montagem pro final de ano... E que, claro, quem está no grupo, é pra aprender. Ou não seja nada tão extraordinário: apenas exercícios, e ponto.
Obrigada,
Bruna.
domingo, 9 de agosto de 2009
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